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Release Palestra de Julho: Assédio Moral no Trabalho: Consequências Individuais, Organizacionais e Sociais

Data: 21/07/2016



ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO: CONSEQUÊNCIAS INDIVIDUAIS, ORGANIZACIONAIS E SOCIAIS

 

O assédio moral no ambiente de trabalho é uma das principais causas de processos trabalhistas. Além do impacto emocional e psicológico para o assediado, essa prática também gera prejuízos financeiros para as empresas e pesa no bolso dos contribuintes. Abordar o tema nas organizações é fundamental e, por isso, a ABRH Jaraguá do Sul promoveu, na quarta-feira, 13, uma palestra com a especialista em ética empresarial, Rosemeri Vendrami.

 

O evento, que aconteceu na ACIJS, reuniu profissionais da área de gestão de pessoas interessadas em discutir as causas e consequências do assédio moral dentro das empresas. Para Rosimeri, o assédio se caracteriza como uma situação extrema de agressividade, que se repete com frequência. Ele pode ser praticado de diversas maneiras e muitas delas são difíceis de ser reconhecidas.

 

Rosemeri aponta que, em geral, os assediadores têm consciência dos seus atos e praticam o assédio com a intenção de atacar, prejudicar e isolar alguém. “Geralmente há um objetivo claro que pode ser forçar a pessoa a pedir demissão, fazer com que ela mude de setor ou até que passe a duvidar das próprias competências profissionais”, explica.

 

As consequências do assédio moral são sentidas na mente e no corpo. Uma pessoa assediada pode apresentar sintomas como cansaço, alteração de sono, estresse, ansiedade, depressão e, em casos mais graves, tendências suicidas. As empresas também perdem muito com essas situações. Além da baixa na produtividade, há uma alteração negativa do clima organizacional, aumento da rotatividade e das faltas e prejuízos financeiros por conta do pagamento de indenizações.

 

A especialista em ética empresarial destaca que o contribuinte também paga a conta do assédio moral. “Pessoas assediadas precisam de apoio médico para tratamento e é comum que elas peçam afastamento ou adiantamento da aposentadoria por conta da pressão que sofrem no trabalho”, afirma. “Isso tudo é arcado com dinheiro arrecadado de impostos”, completa.

 

Combatendo o assédio moral

 

Para evitar que casos de assédio moral afetem a saúde dos trabalhadores e a reputação da empresa, as organizações precisam discutir o assunto. “A empresa precisa estabelecer um código de ética ou uma política interna que fale sobre assédio”, acredita Rosemeri. “Só assim, os colaboradores serão conscientizados e terão ferramentas para combater práticas e pessoas assediadoras”.

 

Para a diretora de segurança da ABRH Jaraguá do Sul, Roberta dos Santos Teixeira, as pessoas e empresas ainda têm dificuldades em abordar o assunto e precisam aprender a lidar com o tema. “As organizações devem se perguntar o que é o assédio e porque ele acontece, para entender como evitar que ele aconteça”, comenta Roberta.

 

As vítimas de assédio não podem se calar. Os canais de comunicação, ética e até o RH das empresas devem ser acionados para que investiguem possíveis atitudes de humilhação e constrangimento por parte de superiores ou colegas.

 

Conheça as práticas mais comuns de assédio moral no trabalho:

 

·        Acusações;

·        Insultos;

·        Humilhações públicas;

·        Propagação de boatos;

·        Isolamento;

·        Fofoca;

·        Recusa de comunicação;

·        Retirar a autonomia da vítima;

·        Criticas injustas ou exageradas;

·        Repassar instruções impossíveis de serem executadas;

·        Ameaças ou violência física;

·        Assedio ou agressão sexual.

 

Fotos do evento:

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